Saudações, leitores do The Squad! Sejam bem-vindos ao texto de estreia da coluna semanal que pretende destacar o que a equipe do site está jogando nestes últimos dias — e falar um pouco mais sobre o que gostamos. Este é um espaço para que vocês fiquem por dentro dos nossos gostos pessoais e, quem sabe, conhecer novos jogos.

Por vezes, a rotina de quem trabalha com games é intensa por conta da cobertura de lançamentos, notícias, eventos e outros afazeres pessoais, então falta tempo para mergulhar nos nossos jogos favoritos. Ainda assim, tentamos nos desdobrar para jogar nem que seja só um pouquinho e quitar as pendências do backlog.

Nestes tempos de distanciamento social e com o pandemônio político que enfrentamos no Brasil, os games também colaboram para deixar nossas vidas um pouquinho mais leves. Conheça, nas linhas a seguir, o que a redação do The Squad está jogando para espairecer.

Veja também:

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Episode Intermission traz um gostinho a mais de Final Fantasy 7 Remake e o resultado é incrível. Foto: Reprodução/Bruno Magalhães

Final Fantasy 7 Remake Intergrade

O Final Fantasy 7 Remake já é um dos meus jogos favoritos de todos os tempos e revisitar este universo com gráficos melhores e a 60 FPS no PlayStation 5 está sendo uma experiência maravilhosa. Tudo neste game deixa o coração mais quentinho: personagens, diálogos, trilha sonora e até mesmo seu sistema de combate, que está entre os mais divertidos do gênero.

Eu já terminei o Episode Intermission, conteúdo inédito que estrela Yuffie Kisaragi, e simplesmente adorei! As expectativas pela Parte 2 do Remake estão ainda maiores. Já que começamos o canal do The Squad na Twitch, com transmissões às terças e quintas-feiras, a partir das 19h30, decidi que seria uma ótima ideia recomeçar a campanha principal.

Bruno Magalhães — Editor-chefe (Twitter)


A Plague Tale: Innocence traz uma temática pesada e um gameplay que lembra The Last of Us. Foto: Divulgação/Focus Home Interactive

A Plague Tale: Innocence

O Xbox Game Pass é uma excelente porta de entrada para os jogadores conhecerem jogos indie e que não estão nos holofotes do público geral. Um deles é A Plague Tale Innocence, um dos melhores títulos disponíveis no serviço. Ele foi desenvolvido pela Asobo Studios e distribuído pela Focus Home Interactive, e conta a história dos irmãos Amicia de Rune e Hugo de Rune durante o período histórico conhecido como Peste Negra.

O jogo foi lançado em 2019, mas não chamou tanta a atenção — o que é uma pena, pois é excelente. Se você tem o Game Pass e gosta de um bom single-player com uma trama envolvente e um bom gameplay, dê uma chance. Você não vai se arrepender. Por sinal, uma sequência foi anunciada durante a E3 2021, então é a oportunidade perfeita para conhecer.

Marcus Vinícius — Redator (Twitter)


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Yakuza: Like a Dragon serve como uma boa porta de entrada da série e está disponível no Xbox Game Pass. Foto: Divulgação/SEGA

Yakuza: Like a Dragon

Depois de seis games principais da franquia contando o arco de história de Kazuma Kiryu, Yakuza: Like a Dragon traz um novo elenco e estilo de gameplay. A série, conhecida pelo seu formato beat ’em up, agora embarcou na fórmula de RPG de turnos com muito bom humor e pancadaria.

Estou sentindo que este novo começo propõe à série tentar novas coisas e estou completamente envolvido com o Ichiban, que é mais engraçado e leve do que o protagonista anterior. Comecei essa aventura no Xbox Game Pass e pretendo ir até o final.

Raul Vinícius — Redator (Twitter)


Ratchet & Clank: Rift Apart mostra do que a nova geração de consoles é capaz. Foto: Divulgação/PlayStation

Ratchet & Clank: Rift Apart

Eu estava esperando por verdadeiros jogos de nova geração para poder soltar aquele “UOW”, sabe? Que bom que chegou o Ratchet e Clank Rift Apart, pois estou delirando com este jogo. Ele é realmente muito caprichado, seja na sua tecnologia com loadings ultra rápidos, nos visuais incríveis que lembram uma animação da Pixar ou até mesmo pelo gameplay incrível e divertida

Aproveitando a oportunidade, estamos acompanhando este game juntos lá no nosso canal na Twitch às quintas-feiras! Então, se você ama ver o que a nova geração entrega, com certeza vale nos seguir por lá ou já se aventurar por si só nesse universo incrível que o jogo proporciona.

João Peranovich — Cofundador e streamer (Twitter)


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Será que Mass Effect: Andromeda é tão ruim assim? Estou para descobrir. Foto: Divulgação/EA

Mass Effect: Andromeda

O lançamento deste rapaz não foi dos mais fáceis: toda aquela turbulência por conta da atuação dos personagens, a falta de animação dos rostos e aqueles olhares profundos que mais pareciam estar olhando dentro da sua alma. Mas com o surgimento da versão Legendary Edition, que inclui os três primeiros jogos completamente modernizados, me veio uma dúvida: será que Mass Effect: Andromeda é realmente tão ruim quanto pintam?

A sensação de que o jogo acabou tendo pontos fortes apagados por conta da controvérsia nunca saiu de mim. E vindo de alguém que comprou No Man’s Sky em pré-venda e, depois do desastre, sempre acreditou que as coisas poderiam mudar um dia, sinto que a mesma chance precisava ser dada a esse game. 

Antes de seguir no processo de recomeçar a história pelos remasters, sinto que preciso terminar Andromeda primeiro. Ele terá sua chance definitiva de me mostrar o que realmente é, agora sem as lentes que podem ter anuviado meu julgamento a respeito do game em seu lançamento, e de fato me impediram de completar o percurso, e ter uma opinião baseada na minha própria experiência.

Filipe Coelho — Editor de hardware (Twitter, Twitch)


E você? O que jogou nesta última semana? Diga nos comentários!